O papel da ancestralidade na constituição do sujeito

O papel da ancestralidade na constituição do sujeito

Quando falamos de ancestralidade, não nos referimos apenas a nossos pais, avós e bisavós, mas a pessoas que vieram bem antes de nós e que inciaram a construção da humanidade.

Nós não nascemos como uma folha de papel em branco. Carregamos uma carga ancestral que nos direciona e nos auxilia em diversas jornadas que vivenciamos ao longo da vida.

Olhar para esse universo passado, pode nos ajudar a compreender diversos simbolismos de nós mesmos, auxiliando no nosso autoconhecimento e na compreensão da nossa história.

Na psicoterapia, quando ampliamos o nosso olhar para questões ancestrais e comuns a toda humanidade, podemos proporcionar um novo olhar para o modo como vivenciamos e enxergamos determinadas situações, sonhos e pensamentos da nossa vida.

Texto: Gabriela Gonçalves Gomes, psicóloga junguiana, especializanda em Atendimento Psicossocial a Vítimas de Violência (CRP 06/165019)

Contatos: (11)94361-1644 
gomesggabi@gmail.com

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