Experiência na Análise

Experiência na Análise

"O que quer que aconteça a você, qualquer que seja a experiência ou aventura que você tenha no mundo externo é sua própria experiência. 
Por exemplo: Uma análise não depende do que o analista é. Ele é sua própria experiência. O que você experiencia na análise não é devido a mim mesmo, é o que você é. Você vai ter exatamente uma experiência comigo que é sua própria experiência: nem todos se apaixonam por mim, nem todos levam a mal quando faço uma observação mordaz, nem todos admitiram uma expressão muito drástica que eu use. A experiência na análise na qual eu sou sempre o mesmo Dr. Jung, é um procedimento diferente com diferentes pessoas. Indivíduos são muito diferentes, e por causa disto, a análise é sempre uma experiência diferente mesmo para mim. Eu sou o que é igual a mim mesmo sob todas estas condições, mas os pacientes variam, e consequentemente a experiência de análise varia a todo tempo para mim. Naturalmente o paciente crê que sua análise é assim porque eu estou nela; ele não ver que ela também é sua experiência subjetiva. Enquanto você olhar pra análise dessa maneira - ela é meramente um flerte pessoal - ou uma discussão pessoal - você não obteve o que deveria ter obtido dela - porque você não viu a si próprio. Quando você realmente começa vê-la como sua própria experiência, você compreende que o Dr. Jung, o parceiro no jogo, é apenas relativo. Ele é o que você pensa dele. Ele é simplesmente um gancho no qual você está pendurando sua roupa; ele não é tão substancial quanto parece ser. Ele é também sua experiência subjetiva." 
C.G. Jung, (Comentário Psicológico sobre a yoga kundalini).

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