Escolha é renuncia.

Um dos grandes aprendizados da vida e que nos traz amadurecimento é saber que em cada escolha, em cada decisão, sempre haverá ganhos e perdas, e que isso é algo natural! Uma única escolha pode mudar o curso da sua vida. “Escolha”, uma simples palavra que no dicionário significa: preferência que se dá a alguma coisa que se encontra entre outras; predileção. As escolhas acontecem a todo momento. Em algumas situações, elas acontecem de forma automática, e embora exista um processo mental para que elas ocorram, é possível que a sensação seja de que nem houve um pensamento especifico, para efetuar tais escolhas, como por exemplo: levantar ao acordar.

Diz o ditado: a cada escolha uma renúncia. Mas eu acrescentaria, que a cada renúncia, existe sempre um ganho também. Porque existe sempre pros e contras em tudo e para tudo nessa vida.

Escolher significa renunciar a algo, a favor de outra. Não se pode ter tudo, ou pelo menos ao mesmo tempo.

Toda renúncia pede determinação. É preciso capacidade de lidar com a enorme dor provocada pela falta e perda de uma satisfação. A ideia é substituir um prazer imediato por outro, longínquo; mas a recompensa por esse sacrifício, às vezes, demora e não está garantida. Quem renuncia escolhe ter um buraco dentro de si.

A partir do uso da capacidade de ser responsável por suas escolhas, o sujeito se fortalece perante a vida. Passa a perceber que, apesar de não existirem garantias, é possível considerar que também não existem fracassos e, sim, resultados não esperados, que se tornam experiências e aprendizados.

Por meio da terapia, o sujeito pode passar a prestar atenção em si mesmo, a entender os movimentos em sua vida e a se fortalecer, tendo a chance de fazer escolhas que podem ou não ser diferentes das anteriores, mas certamente serão mais conscientes.

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