Quando nasce um pai

A princípio, o fato de a companheira engravidar não muda em nada a rotina ou o corpo do homem. Por isso, de início, a ligação do homem é com a mulher e não com o bebê. É preciso que a mãe leve o companheiro a se sentir um pai, que o ajude a também estabelecer um vínculo com a criança. Quando isso acontece, mesmo se o homem deixar de morar com o filho, o vínculo paterno tem tudo para permanece, assim como o contrário.

O envolvimento do homem com o bebê deve começar na gestação. Estimular o pai a pôr a mão na barriga e sentir o bebê se movendo. Chamar sua atenção sempre que a barriga mexer e também incentivá-lo a falar com a criança são algumas atitudes que ajudam na ligação do homem com o bebê. Quando ele passa a confirmar que é reconhecido pelo filho, pronto! Quem não se envaidece ao ser prestigiado por um bebê?

Aliás, essa vaidade, que tão bem uma mãe conhece, muitas vezes, mesmo sem ter consciência, pode prejudicar a aproximação do pai com a criança. É preciso ter cuidado com a vaidade materna para não cair na armadilha do “deixa que eu faço (melhor)” e, com isso, tirar o homem de cena.

Não dá para amamentar, mas dá para buscar água para ela, pois amamentar dá sede; trazer outra almofada; dar suporte nas tarefas domésticas da casa e apoio emocional.A princípio, o fato de a companheira engravidar não muda em nada a rotina ou o corpo do homem. Por isso, de início, a ligação do homem é com a mulher e não com o bebê. É preciso que a mãe leve o companheiro a se sentir um pai, que o ajude a também estabelecer um vínculo com a criança. Quando isso acontece, mesmo se o homem deixar de morar com o filho, o vínculo paterno tem tudo para permanece, assim como o contrário.

O envolvimento do homem com o bebê deve começar na gestação. Estimular o pai a pôr a mão na barriga e sentir o bebê se movendo. Chamar sua atenção sempre que a barriga mexer e também incentivá-lo a falar com a criança são algumas atitudes que ajudam na ligação do homem com o bebê. Quando ele passa a confirmar que é reconhecido pelo filho, pronto! Quem não se envaidece ao ser prestigiado por um bebê?

Aliás, essa vaidade, que tão bem uma mãe conhece, muitas vezes, mesmo sem ter consciência, pode prejudicar a aproximação do pai com a criança. É preciso ter cuidado com a vaidade materna para não cair na armadilha do “deixa que eu faço (melhor)” e, com isso, tirar o homem de cena.

Não dá para amamentar, mas dá para buscar água para ela, pois amamentar dá sede; trazer outra almofada; dar suporte nas tarefas domésticas da casa e apoio emocional.

Fonte: criaqueofilhoeteu.com.br